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Inteligência artificial no agronegócio: o papel do CIO na adoção

Dos dados do campo à gestão da cadeia: como a IA chega ao agro e quais decisões cabem ao CIO e ao diretor de TI para gerar valor real.

Da coleta de dados à decisão

O agro gera grandes volumes de dados: imagens de satélite e drones, sensores de solo e clima, telemetria de máquinas, dados de produção, estoque e mercado. A inteligência artificial transforma esse volume em previsões e recomendações.

Exemplos comuns incluem previsão de produtividade, detecção de pragas e doenças por imagem, otimização logística, manutenção preditiva de equipamentos e apoio à comercialização.

Onde o CIO faz a diferença

Projetos de IA dependem de fundamentos que estão na mesa da liderança de TI: qualidade e integração de dados, infraestrutura e conectividade, governança, segurança e escolha de parceiros.

Cabe também ao CIO conectar a tecnologia a problemas de negócio mensuráveis, evitando pilotos que não escalam.

Cuidados na adoção

Definir responsáveis pelos dados, proteger informações sensíveis, avaliar custos de operação dos modelos e preparar as equipes para usar as novas ferramentas são passos que costumam separar iniciativas bem-sucedidas das que ficam pelo caminho.

Aprendizado coletivo

Como a tecnologia evolui rápido, compartilhar o que funcionou e o que não funcionou entre líderes do setor acelera a curva de aprendizado de todos. É essa troca que a comunidade CIOS DO AGRO promove.

Conecte-se com outros líderes de TI do agro

Leia também o guia O que é um CIO no agronegócio e conheça a comunidade.

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